BIOGRAFIA

nascido no interior de são paulo, daniel conti desenha canções em um meticuloso enlaçamento entre violão e voz, na tradição de nomes como badi assad, elomar, gilberto gil, dorival caymmi, milton nascimento e geraldo azevedo.

em sua formação acadêmica, graduou-se em violão popular na universidade estadual de campinas (unicamp), cursou canto popular na universidade livre de música (ulm, atual emesp) e fez pós-graduação em canção popular pela faculdade santa  marcelina, em são paulo.

foi finalista do Prêmio Profissionais da Música / Music Pro Award 2019 na categoria Autor.

 

lançou em 2008 seu primeiro cd demo, “pluralidade”, e depois de um grande período de reestruturação de seu trabalho autoral, lançou em 2016 seu primeiro álbum, “estadia”, que recebeu menção honrosa no embrulhador e foi considerado um dos 100 melhores discos do ano pelo portal tramp.

 

pesquisando sobre novas relações entre forma e conteúdo na canção popular, estreou no final de 2018 o projeto “anticonstitucionalissimamentem”, projeto artístico de viés político e que propõe rupturas com os protocolos de uma apresentação musical comum.

 

participou também do “tributo amor maior – antonio marcos”, lançado virtualmente em 2013 pela musicoteca, e que conta também com nomes como zeca baleiro, filipe catto, serena assumpção, aretha e cida moreira.

 

como compositor, vem sendo gravado por novos nomes da música brasileira, como alana moraes, paloma carvalho e ana gilli. Como artista convidado, está presente em trabalhos como "ao pé do ouvido" (2016) de zé modesto, “a árvore e o vento”, de tarita de souza, “canto para aldebarã”, de thamires tannous, “alkimia”, , do compositor e multi-instrumentista francês pierre stocker, e “ex centrico” (2017), de daniel mã, “in ventos poéticos” (2019), de rodrigo bragança, “igapó” (2020), de andré fernandes (2020), “o que não vai faltar é abraço” (2020), de marco vilane, “tanta coisa” (2021) de edson d ́aísa, “a caverna dos sonhos esquecidos” (2021), de paulo araújo.

lançou em 2017 pela azul music o projeto “segue o bloco”, um disco duplo de marchinhas carnavalescas inéditas juntamente com os compositores demetrius lulo e rodrigo panassolo. 

participa ativamente do circuito de festivais de canção do país., com destaque para os seguintes prêmios: 3o lugar no festival canto da lagoa (2020) em encantado/rs, com "apnéia" (parceria com Bruno Kohl), 3o lugar no festival da natureza (2021) de três rios/rj, 1o lugar no festival Nova Canção (2018) de nova odessa/sp, 3o lugar no canto aberto (2018), de três pontas/mg, 3o lugar no festival da canção de itanhandu/mg (2018) e 1o lugar e melhor composição festival de mpb de Indaiatuba (2016) com “dolinha de 20” (parceria com alexandre lemos); 3o. Lugar no festival universitário da canção (FUC), ponta grossa/pr (2018) com "SuiCéuDio” (parceria com gregory haertel); melhor cantor no prêmio lollo terra, em são miguel arcanjo /sp (2018) com “crio” (parceria com bruno kohl); e prêmio de melhor instrumentista no botucanto (botucatu/sp, 2014)


como produtor e diretor musical, assina “nem tudo que se vê é norma” (2018), primeiro disco solo do cantor e compositor edson penha (do grupo nhambuzin) e o show “passo” (2019), da cantora, compositora e pianista aline rissuto, o single “hora sangrada” (2020) da cantora selma fernands, e as trilhas sonoras dos espetáculos de dança “intrapelícula” (2018), do coletivo elástica, “sede” (2021), de gabriela alcofra, e “breve” (2021), de tatiana guimarães.

 

em 2020, durante o isolamento, lançou o experimento [confina], um projeto de videocanções feitas para se ver e ouvir apenas no instagram. as músicas duram até 60 segundos e são circulares, para que sejam executadas repetidamente pelo player do aplicativo e, assim, não acabem “nunca”, confinadas em sua forma do mesmo jeito que, ironicamente, estamos dentro de nossos espaços físicos. uma das videocanções, “cada qual”, foi adaptada pela bailarina tatiana guimarães para um trabalho de videodança que foi posteriormente selecionado para a numeridanse – mostra de vídeos do centro de vídeo dança de bourgogne e para um projeto produzido pelo coletivo de arte guerrilla girls, ambos na frança. outra, intitulada "temporal", foi também adaptada pelo cineasta dani drummond para um curta homônimo que foi selecionado para o MAX3MIN (itália), o new generation film festival (sérvia), o florianópolis audiovisual mercosul e foi finalista do curta quarentena.

no mesmo ano, trabalhou na música tema do documentário "alma de bicicleta", dirigido por denise silveira e marcia moutinho piu. o filme recebeu menção honrosa em direção no istanbul film awards (turquia, 2020); o prêmio zuza homem de mello, mobifilm (são paulo, 2020), foi finalista no kosice international film festival (eslováquia, 2020), melhor curta documentário no gold star movie awards (índia, 2020), entrou na seleção oficial do festival satyrianas (são paulo, 2020), foi melhor obra audiovisual de até 20 minutos pelo júri técnico no cinefone (salvador, 2020), melhor obra audiovisual de até 20 minutos pelo júri popular no cinefone (salvador, 2020), e melhor direção no best global shorts, (índia, 2021).